quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Love


Amor, só de mãe!
Errado!
Há amor fora do ninho materno, e isso a mim só fora possível enxergar quando a família abriu a gaiola e deixou que o pássaro aprendesse a voar com as suas asas. E minhas asas me levaram direto ao poço das águas do amor, onde quem dela bebe jamais será igual ao que era antes. Ousei-me e provei. Amar é o eterno ousar-se. Ousar mudar, ousar sorrir, ousar ser feliz.
Encontrei ali o amor, afinal. Um pra chamar de meu. Para cuidar e acalentar como aprendi com meus pais. Duas almas tatuadas num só corpo. Dois corpos tatuados numa só alma. Um amor, uma esperança e a fé de que será eterno enquanto as nossas memórias resistirem ao tempo.

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