domingo, 12 de janeiro de 2014

Sexo sem amor é vontade.

Casa vazia. Eles chegam, roupas são atiradas aleatoriamente pelos corredores, beijos, respiração forte, ela derrubou um vaso do aparador, mais roupas caídas na sala de jantar, as prévias, o êxtase, o fim. Ele segue para o banheiro e toma banho. Ela pegue suas roupas pela casa e o espera terminar de tomar banho, sentada no sofá da sala, e depois faz o mesmo que ele. Vestem-se, combinam algo sobre se ver e nunca mais se veem. Vontade. Desejo, tesão apenas. Sem obrigações. Triste. Descartáveis. Sexo sem amor é vontade, repetiria sonoramente Rita Lee. Então, mudemos este fim. Troquemos esse final. Que possivelmente ficaria assim...
Casa vazia. Eles chegam, roupas são atiradas aleatoriamente pelos corredores, beijos, respiração forte, ela derrubou um vaso do aparador, mais roupas caídas na sala de jantar, as prévias, o êxtase, o fim. Eles se beijam como se o mundo tivesse para acabar em apenas segundos, depois lembram que terão o amanhã e o depois, e depois e depois. Então tomam banho juntos, esquecendo as medidas de racionamento do prédio e depois deitam na cama vestindo-se apenas de amor , respiração alinhada, pensamentos nas nuvens... Ela se aninha em seu peito ouvindo as cantigas do seu coração, ele acaricia os cabelos ainda molhados dela e ficam ali esperando que aquele momento fosse eterno.

Muito melhor com amor...

Nenhum comentário:

Postar um comentário