Esperas...

Eu fico por vezes querendo adivinhar seus silêncios, mas é tudo tão incerto que só ouço o cricrilar dos grilos. O que pensa? O que quer? O que sente? (Pausa). Não devo falar, perguntar talvez? Não. Há dor, há saudade, há tristeza... Eu sei... Quanto a mim, tenho vontade de arrancar tudo isso de ti e sofrer sozinho suas incertezas, suas mágoas, sua dor, mas não posso, tenho as minhas próprias dores, dores de alma, dores de distâncias, ausências de você. Então me calo, espero. As esperas são as certezas dos que amam. Eu espero que tudo se acalme.

Me espera? Chego já!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A gata e o periquito: Uma fábula de amor

O olhar do menino

Me chame do que quiser