sábado, 16 de fevereiro de 2013

Às vezes o amor vira dor...



Às vezes amar dói, principalmente quando se ama sozinho, quando o sentimento não é mais divido e sim unilateral. Dói como faca cega cortando a pele e a furando ao redor, dói e não sangra, machuca sem nem um arranhão e sem nenhuma marca aparente. Mas a dor está ali, escondida entre os risos forçados e alegria dissimulada, guardada pra não preocupar ninguém além de mim mesmo. O meu conforto, porém, é saber que nem toda dor é eterna, e que ela passa com  o tempo e depois disso fica só uma cicatriz pra lembrar eternamente o que aquilo ali um dia representou. 



Para Polyanna Peer

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