domingo, 10 de março de 2013

Um amor de filme


Eu sempre quis viver um amor desses das comédias românticas que lotam os cinemas de casais apaixonados. Sempre ouvi dizer que isso seria possível caso eu não procurasse de maneira enlouquecida por minha metade da laranja (preferia que a fruta fosse melancia, mas paciência!) e blá blá blá. E não é que é verdade isso? Geralmente quando a gente não procura ou desistiu de fazê-lo é que a vida nos prega a surpresa e transforma a nossa rotina em uma coisa mais empolgante, como andar de montanha russa sem usar as travas de segurança.
Tudo isso é muito bom, mas vamos ver até quando durará. Sempre desconfiei do que acontece com os personagens quando a luz do cinema acende. Pode ser que seja algo bom, mas se a vida fosse eternamente feliz, a gente não morava na Terra e sim no céu. Aguardemos...
To be continued... 

Júlia Siqueira

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