quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Amor, poeira e cicatriz

Eu era daqueles que defendia com unhas e dentes que o amor deveria se transformar em alguma coisa depois que acabasse, porque ele continuava latente, doendo pelo término, martelando em lembranças o que se queria esquecer. Mas o tempo, ah o tempo, ele tem as respostas que queremos e ansiamos e embora ele pareça rápido por vezes e em outras, lento demais, ele perpassa por nós de maneira única. Como um médico ele limpa as feridas, faz as suturas com precisão, e para tanto, age com morosidade, para que as coisas sejam finalizadas da maneira precisa e a dor não volte mais. O amor se transforma em algo quando acaba, cicatriza para ser apenas lembrança. 

3 comentários:

  1. ‎”Para ser um bom escritor, você precisa de 3% de talento e 97% de força de vontade para não se distrair com a internet.”
    E você tem essa capacidade incrível de escrever perfeitamente,por isso vou te cobrar duas coisas.
    Em primeiro lugar eu gostaria de falar como eu amoo seu blog,em segundo,você precisa fazer um livro imediatamente voltado ao público jovem principalmente.
    Se isso acontecer serei a primeira a comprar!

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    1. Muito obrigado, muito obrigado! Não há palavras para descrever o carinho quando ele vem. ^^

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  2. Será a segunda. Eu serei a primeira.
    Mai.

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