segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Vacinas



Pensando sobre vacinas cheguei à conclusão que elas entram em conformidade com os maus amores. Explico! Quando injetado no corpo humano, as suas propriedades têm o poder de favorecer a imunidade para algumas doenças que acometem o nosso organismo. Uma vez imunizado contra tal enfermidade, raramente há propensão para desenvolvê-la.
Mas pra falar de vacinas, temos que falar sobre a razão delas existirem, a doença, afinal não há remédio pra quem está com a saúde em dia. A doença aparece muitas vezes como uma simples febre, aquece o nosso corpo, nos leva pra cama a noite, faze-nos suar, delirar, nos deixa arriado, jogado, largado e se vai, talvez com a mesma velocidade com que se chegou, sem avisar, sem dar pistas sobre a sua origem ou razão ou se instala e nos faz sofrer por dias, meses, anos, torna-se crônica, por vezes terminal.
 Aí da doença se faz a vacina, do mau amor se faz a cura e anticorpos são criados, fortes o suficiente pra que o erro não seja cometido, e a doença não volte ou o “amor” não ache o seu endereço, perca o seu número de celular e entenda que uma vez vacinado se torna impossível (ou pouco provável) de cometer a mesma besteira novamente. 

Júlia Siqueira

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