sábado, 20 de julho de 2013

De todos os loucos do mundo...



...eu quis você, porque a sua loucura parece um pouco com a minha!


As conversas até de madrugada no telefone, os risos incontidos e altos, as farras e bebedeiras, os golpes e micos, os choros e o chorar junto, os conselhos e o querer bem, as brigas e a falta de vergonha de minutos depois estarem se falando depois de jurar inimizade eterna.
Amizade é uma roda-gigante, uma montanha russa ou um brinquedo novo de um parque ultramoderno, do qual não sei o nome, mas com grandes oscilações. Bipolaridade seria o nome bem empregado. Aprender com as divergências de humor do outro, entender quando o amigo está bem ou não, viver com ele do lado 24 horas, mesmo que não estejam fisicamente perto. Amar, amar, amar. Talvez a amizade seja (e creio que é de verdade) uma das formas mais puras de amor, uma vez que quando estamos apaixonados nos encantamos pelas qualidades da pessoa e na amizade nos fortalecemos e afinamos com alguém pelos defeitos. A mística de só com um olhar dizer: eu já fiz e/ou faço pior.
Usando as aulas de português, para falar de amigos utilizo antes o pronome possessivo MEU, um dos que mais gosto de usar, porque me dá sensação de propriedade, de ser dono de algo ainda que não o seja dono por completo. Por isso sempre digo MEUS AMIGOS, assim de boca cheia e com a maior falta de educação e etiqueta, sinto-me como se fosse apenas o único contemplado no mundo por tê-los, e sou de alguma forma.
 

2 comentários:

  1. Amei MEU AMIGO!!! Saudades de tudo isso ai que vc escreveu...vcs deviam fazer uma caravana baiana e vir nos visitar!!!

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  2. Nem me fala Vinha! Saudades também! ;)

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