terça-feira, 11 de outubro de 2011

Prisão, liberdade e amor

Estava tudo fechado. As portas atrás de mim foram trancadas e suas chaves escondidas em um lugar que nem eu sabia. Fechei-me no casulo esperando pela minha metamorfose, no entanto, ela demorava dias, estações, luas. Parecia interminável a espera, já estava cansado daquele lugar que, embora fosse cômodo e confortável, impedia a minha liberdade.
Então você apareceu, não sabia de onde só sabia que me fazia bem, que enchia os meus olhos com um brilho especial, que me acalmava. Aos poucos a demora deu lugar a rapidez. Aos poucos as portas se reabriram, as luzes se acenderam e minha retina por elas foram atingidas em cheio. Decidi então aventurar-me e ser aprisionado na liberdade do amor que me era oferecido.
E assim sigo os seus passos, trilho os meus caminhos e vivo os nossos sonhos...

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